Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador NOTÍCIAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOTÍCIAS. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Vídeo de um futura trilha /caminhada

A Equipe Pernambuco Imortal de corrida de aventura fez um de uma futura trilha/caminhada reconhecimento saindo da Igreja de Nazaré no Cabo de Santo Agostinho, PE. Descendo para Calhetas por uma trilha na mata, passando pela praia de calhetas e seguindo para a casa do faroleiro sentido praia do paraíso por trilhas e pedras a beira mar e terminando na igreja novamente.

Voltaremos em breve para refazer esse caminho com nossos amigos Imortais.

Vídeo: Xiaomi Redmi Note 4




quinta-feira, 7 de julho de 2016

Ciclistas homenageiam empresa de ônibus Itamaracá Transportes

Por Leandro Brayner

No dia 05 de julho de 2016 os Ciclistas Rafael Martins, Paulo J. Bezerra e Leandro Brayner, compareceram na empresa de transporte metropolitano Itamaracá transporte, localizada na Cidade de Abreu e Lima, PE. Com eles estavam os 2 troféus conquistados na prova ciclística de Aliança que foi realizado no dia 03 de julho de 2016.


Na ocasião fomos recebidos pelas senhoritas Lívia Amaral, Maria Amélia e Taciana responsáveis pela diretoria de marketing da empresa e pelos motoristas Fredisom e Renato, nossa presença na empresa tinha como objetivo a entrega desses troféus aos motoristas e a própria empresa, essa ação tem como objetivo o reconhecimento desses profissionais, o respeito que os mesmos tem por nós ciclistas, e estreitar os laços de aproximação com a empresa. A empresa Itamaracá é pioneira nos cursos e palestras com seus profissionais em relação a harmonia no trânsito entre ônibus e ciclistas.

Conversamos bastante e até surgiu um convite para nós ciclistas realizarmos uma palestra no período do curso que eles vão realizar, e também ela tentará junto com seus superiores disponibilizar um ônibus para ser usado para o transporte de ciclistas em uma prova dentro da região metropolitana, pois os seus ônibus só tem autorização para rodar na região metropolitana, não podendo fazer transporte interestadual.



segunda-feira, 25 de abril de 2016

Vale a pena montar bike nova na loja?


19 ABR, 2016     Gustavo Figueiredo

Você compra uma bike nova e recebe uma caixa com o seu novo sonho de consumo dentro. Olhando para a bicicleta, você tem quase certeza que tudo está praticamente pronto, bastando instalar os pedais, colocar o guidão reto e instalar as rodas.

Feito isso, ansiosamente você veste uma roupa sai para dar uma voltinha de inauguração. Andando com a bike, percebe que as marchas não trocam direito, os freios estão ruins e os aros desalinhados. Ao passar pelo primeiro buraco, o guidão gira na mesa e você quase cai.

A verdade é que montar a bike na oficina pode parecer um desperdício de dinheiro. Afinal, vai custar no mínimo 150 reais, aparentemente não sendo condizentes com o valor cobrado para terminar um trabalho que está quase pronto. Todavia, uma montagem bem feita exige diversas etapas para garantir o perfeito funcionamento da bike, parecendo muito mais uma revisão do que uma montagem.

Apertos em geral


imagem

Apertar corretamente os parafusos de uma bicicleta é fundamental para garantir sua segurança, principalmente quando falamos de componentes super-leves de alumínio ou fibra de carbono. Mesas, canotes, trocadores, banco e todas as outras peças possuem um torque correto de aperto. Caso você não tenha um torquímetro, realizar este trabalho é arriscado. Como resultado, são comuns os casos de espigas e canotes que quebram ou escorregam da posição correta devido ao aperto inadequado, e aí o prejuízo é certamente muito maior do que o valor da montagem.

Transmissão


imagem

Colocar a corrente no tamanho correto e alinhar a a gancheira são passos fundamentais para garantir o funcionamento dos câmbios. Ainda é preciso conferir se o dianteiro está na posição certa, se as tensões dos cabos estão perfeitas e se o cassete, coroas e polias estão apertados como devem ser. Para o usuário comum, não faz o menor sentido ter uma ferramenta cara para alinhar a gancheira, certo ?

Não menos importante é a regulagem dos parafusos de limite dos câmbios, algo que raramente é feito na fábrica e pode ser responsabilizável por derrubar a corrente atrás do cassete, o que frequentemente destrói raios, gancheiras e cambio.

Rodas

 

Se sua bike vem com rodas de alta gama, muito provavelmente elas estarão montadas corretamente. Porém, em muitos casos, as rodas de uma bicicleta nova pode vir com a tensão incorreta dos raios, inclusive podendo ser causada no transporte.

Com isso, além de ter um problema de alinhamento, a roda fica mais suscetível à empenos. Caso algum dos aros entorte demais, infelizmente ele terá que ser substituído. Alinhar um aro é uma das tarefas mais complicadas da mecânica de bicicletas e, para falar bem a verdade, conseguir uma montagem perfeita envolve talento e ferramentas de alta qualidade para o mecânico.

Regulagens


imagem

Sapatas mal colocada, pinças de disco mal centralizadas e conduítes longos demais são todos itens que serão conferidos em uma boa montagem. Os cubos, principalmente os que utilizam o sistema de esferas, também podem vir desregulados de fábrica, sendo alguns muito presos e outros muito soltos ou com folga. Com isso, sua bicicleta terá um funcionamento mais preciso, o que tente a aumentar sua segurança, prazer ao pedalar e a durabilidade dos componentes.

Experiência e Ferramentas


imagem

Você tem todas as ferramentas para uma montagem correta ? Se engana quem acha que basta um canivete allen. Desempenador de gancheira, chave de raio, chave de cassete e torquímetro são outras ferramentas essenciais. E a graxa para carbono ? Está na sua caixa de ferramentas ?

Experiência também é importante. Já viu alguém perder um braço de pedivela porque colocou a rosca do pedal desalinhada e forçou com a chave, criando uma nova rosca ? Como dissemos, canotes, espigas e até mesmo quadro são quebrados com alguma frequência pelo não uso do torquímetro.

Conclusão 

 

Muitas vezes, o valor cobrado por mecânicos experientes para realizar a montagem de uma bicicleta parece não se justificar. Porém, tente ver a montagem como uma primeira revisão antes de iniciar o uso. Afinal, ela vai proporcionar para você uma bicicleta com funcionamento perfeito e provavelmente aumentará o tempo até a primeira ida á oficina. Até porque, bike nova funcionando como um relógio é uma das coisas mais legais do nosso esporte. 

Fonte: http://www.pedal.com.br

segunda-feira, 21 de março de 2016

Wakeboard conquista brasileiros de todas as idades

Esporte aquático pode ser praticado nos cable parks

Sol, vento, calor, animação e adrenalina. A combinação ideal para o início de uma atividade física empolgante e que beneficia corpo e mente. Esse é o wakeboard, um esporte aquático que está conquistando os brasileiros pelos benefícios que proporciona, além da satisfação em praticar. 

Realizado por meio de prancha sobre a água, o rider, como é chamado o praticante no jargão da comunidade, segura um cabo puxado por uma lancha ou por um cable, equipamento elétrico que já está começando a despontar em inúmeros cable parks por todo o país. E o Brasil, cujas temperaturas amenas e tropicais praticamente não descem abaixo do 20 graus, oferece as condições climáticas ideias para a prática. 

O esporte pode ser praticado por crianças a partir dos quatro anos quando puxado por barcos; já em cable parks, a idade mínima é de oito anos. Foto: divulgação 
O esporte pode ser praticado por crianças a partir dos quatro anos quando puxado por barcos; já em cable parks, a idade mínima é de oito anos. Foto: divulgação
 
Uma das características principais do wakeboard é sua versatilidade. O esporte pode ser praticado por crianças a partir dos quatro anos quando puxado por barcos; já em cable parks, a idade mínima é de oito anos, obedecendo à legislação específica. 

Com relação à saúde também os benefícios são maximizados pois trabalha a musculatura do corpo como um todo – abdômen, região lombar, braços e pernas, tonificando os músculos e propiciando o equilíbrio e a consciência corporal. E os benefícios não param por aí. Educadores físicos afirmam que o esporte melhora o humor, diminui e controla o estresse justamente pela descarga dos hormônios ACTH e endorfina, que liberados durante o exercício, levam à sensação de prazer e bem estar. 

Apesar de não poder ser considerado um esporte de alta intensidade aeróbica, o gasto calórico é de 450 calorias por hora, o mesmo que uma caminhada na esteira. 

Os cuidados básicos para quem quer iniciar a prática são os equipamentos de segurança, como colete salva vidas e capacete para quem vai ultrapassar os obstáculos. Outra medida essencial em nosso clima tropical é filtro solar adequado ao tom de sua pele e para os mais sensíveis, camiseta de manga longa de tecido apropriado, como lycra. 

As origens
 
O wakeboard originou-se da criatividade de surfistas, que, em dias de calmaria e nenhuma onda, decidiram usar barcos e lanchas para puxarem uns aos outros. A lancha naturalmente cria uma ondulação na água chamada marola, que oferece obstáculos naturais e dá nome ao esporte. Em pouco tempo, os esportistas tomaram gosto pela coisa e a modalidade se profissionalizou: surgiram pranchas próprias de menor tamanho, que ganharam botas e presilhas, além de manobras cada vez mais ousadas, que passaram a fazer parte do dia a dia. 

Cable Parks
 
Os cable parks já caíram no gosto dos brasileiros e estão espalhados nos quatro cantos do país: são mais de 15 parques em diversos estados, geralmente com sua estrutura montada em torno de represas e lagos. O sistema implementado no Naga Cable park, localizado em Jaguariúna, interior de São Paulo, é um moderno mecanismo formado por 5 torres em que cabos de aço são conduzidos por um motor elétrico, um dispositivo de alta tecnologia que permite a prática de múltiplas modalidades esportivas. E para aproveitar todo o potencial do esporte, obstáculos são colocados em meio à água, possibilitando manobras e saltos para lá de radicais. 

E pensando em quem inicia no esporte, o local também oferece mais três sistemas de duas torres com velocidade reduzida, para facilitar os primeiros passos de quem está tendo seu contato inicial com o wake. Além disso, coletes e pranchas são disponibilizados, tornando a prática segura para todas as idades. Os operadores ainda estão disponíveis full time para fornecer todas as dicas para quem está iniciando.

Escola de canoa havaiana é estratégia para viver melhor em São Paulo

Aulas acontecem na raia da Cidade Universitária

O aprendizado é feito em horários estratégicos para quem quer dar uma pausa na rotina do seu dia. Foto: divulgação 
O aprendizado é feito em horários estratégicos para quem quer dar uma pausa na rotina do seu dia. Foto: divulgação
 
A escola de canoagem Matero desenvolve em São Paulo, na raia da Cidade Universitária, aulas para todos os níveis e idades de canoa Havaiana. Com instrutores que carregam bagagem de conhecimento e prática de campeonatos internacionais, entre elas 10º lugar na travessia Molokai-Oahu no Havaí, o aprendizado é feito em horários estratégicos para quem quer dar uma pausa na rotina do seu dia. 

Com turmas iniciante, intermediária e avançada nos horários 2ª a 6ª. feira das 11h às 12 e 12h30 às 13h30, são usadas as canoas tradicionais havaianas com seis pessoas. O esporte que permite um desenvolvimento físico do core (engloba a lombar, pelve, abdômen e quadril), grupo muscular que garante a sustentação da coluna e do corpo, os músculos superiores e as pernas, além de ser aeróbico e cardiovascular. 

Outra grande característica do esporte é o trabalho em equipe, a remada ideal é a sincronia dos seis remadores e a concentração. Uma forma muito eficiente de combater o estresse, já que permite o contato com a natureza, mesmo sem sair da cidade, a convivência e os indiscutíveis benefícios do esporte. 

Mais informações: vivi@matero.com.br

Fonte: http://www.webventure.com.br

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Niterói recebe festival de food bike com doces e salgados na garupa de bicicletas

A food bike do Armazém do Brownie. No detalhe, os equipamentos da Brigadeiros especiais
A food bike do Armazém do Brownie. No detalhe, os equipamentos da Brigadeiros especiais
Clarissa Stycer*

Nova moda da gastronomia, as food bikes estacionam a partir desta sexta-feira no Centro de Niterói, fazendo a festa de quem gosta de novos sabores. Até o dia 28, oito expositores levam suas delícias sobre as magrelas para o segundo andar do Shopping Bay Market.

Diferentemente dos food trucks, em caminhões, não é qualquer comida que se encaixa nas cestinhas e garupas. No Festival Gastronômico Bike no Bay, as atrações principais são alimentos já embalados, como doces, tortas salgadas, escondidinho e saladas no pote. Para Renato Martins, que acabou de largar a carreira de funcionário público para se dedicar ao Armazém do Brownie, as food bikes são uma vantagem para o empreendedor. 

— A bicicleta é mais acessível. Para efetivar a marca no mercado, é mais prático — acredita Renato, de 41 anos, que vai levar para o festival, além das receitas tradicionais e com recheio de fruta, o novo brownie de palha italiana.

Festival vai até o dia 28
Festival vai até o dia 28 Foto: Divulgação
Para dar conta do espaço limitado, um pequeno cenário é montado ao redor da bicicleta, o que permite que Luana Carosellas, da Delice Doces, traga seu equipamento para fazer tapiocas na hora.

— Alguns casamentos já estão adotando food bikes — diz a doceira de 25 anos, que testa pela primeira vez o formato. 

O shopping vai instalar um totem onde os clientes poderão tirar fotos temáticas. 

— É legal para os expositores terem um ponto fixo. Nós temos um fluxo de 80 mil pessoas por dia — afirma Renata Corrêa, coordenadora de marketing do Bay Market.

O acesso ao evento é gratuito, e o freguês paga só pelo que consumiu. Se estiver interessado em incluir a sua food bike no festival, procure a administração do Bay Market.

Fonte: http://extra.globo.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Como se alimentar durante uma corrida de aventura de uma semana?

Andrea Matarazzo fala sobre alimentos práticos e que garantem a energia necessária durante a prova

 

A nutricionista Andrea Matarazzo participou no ano passado do Mundial de Corrida de Aventura no Pantanal. Foram sete dias de prova que testaram os limites físicos e emocionais dos participantes.

Além de organizar todos os equipamentos necessários para a competição, preparar a alimentação para a semana de prova foi um dos maiores desafios da equipe formada por Andrea, Marcelo Museal, José Luiz Gomes e Alexandre Gusson. 

Além de organizar todos os equipamentos, preparar a alimentação para a semana de prova foi um dos maiores desafios da equipe. Foto: arquivo pessoal 
Além de organizar todos os equipamentos, preparar a alimentação para a semana de prova foi um dos maiores desafios da equipe. Foto: arquivo pessoal
“Nós precisávamos de alimentos que durassem sete dias naquele calor e umidade do Pantanal, que fossem ‘leves’ para que não pesassem na mochila e que fossem adequados para suprir e repor nossa necessidade diária de energia ao longo de toda a semana de prova”, conta Andrea. 

Sabendo o que levar, é importante organizar os momentos de alimentação. “Pelo pouco que sabíamos da prova imaginamos que durante as pernas de remo seria um bom momento para ingerirmos as fontes de proteína, já que sua absorção é mais lenta, e como não haveria corredeiras mas apenas rios, nossa frequência cardíaca ficaria mais baixa não interferindo na digestão”, explica. 

Nas partes de treeking, a equipe teria duas serras para subir então se organizaram para levar carboidratos de rápida absorção para as subidas como bala de goma, paçoca, bolinhos naturais, frutas secas, biscoitos salgados e azeitonas. 

“Já na bike, sabíamos que seria areião, a perna de mais desenvolvimento e velocidade da prova, então levamos a maltodextrina, que não só nos dá energia como nos ajuda a manter o corpo hidratado, gel de carboidrato e outros lanches práticos como castanhas e uva passa, jujubas e azeitonas.” 

Outro ponto importante é arrumar as caixas de apoio. Foto: arquivo pessoal  
Outro ponto importante é arrumar as caixas de apoio. Foto: arquivo pessoal
A ideia do time era parar uma vez ao dia para fazer uma refeição. O cardápio dessas refeições incluía comidas liofilizadas e comidas industrializadas cozidas no vapor como batata, mandioca, ervilha, milho, carne seca e frango desfiado. 

“Para dar um ‘toque final’ no nosso cardápio pantaneiro, resolvi testar alguns alimentos feitos em casa colocando-os em uma mini máquina à vácuo e os deixei dez dias ao ar livre, pegando sol e chuva”, conta Andrea. O único alimento que resistiu foi o arroz. “Não tive dúvida, fiz duas panelas de arroz e levei para a equipe toda para comermos nas refeições com a carne ou o frango e deu super certo.” 

Outro ponto importante é arrumar as caixas de apoio. “Organizamos saquinhos com snacks para 12 horas de prova e sempre levamos de dois a quatro saquinhos com a porção já pronta de maltodextrina”, explica. Além disso, cada caixa também continha um saco de bisnaguinha com salame ou provolone. Segundo Andrea, o provolone não durou os sete dias de prova mesmo fechado. “Deixar líquidos nas caixas como Nescau pronto, sucos e isotônicos é essencial principalmente em provas quentes e úmidas em que a desidratação é uma constante”, afirma a nutricionista. 

Mas além da comida, a equipe enfrentou outra grande preocupação durante a prova: a hidratação. “No início só tinhamos água do rio Paraguai para beber, uma água escura com gosto não muito agradável, além das gotas de clorofila das plantas aquáticas que vinham junto, brincavámos que era o ‘suco verde’ do Pantanal.” Os atletas usavam hidrosteril para purificar a água e pastilhas de hidroelétrolítico para melhorar o gosto e repor os sais minerais. 

“No trekking após a Serra do Amolar a água era sempre translúcida, mas mesmo assim a sensação de sede era constante. Em alguns momentos seguimos o conselho do meu treinador Caco Fonseca (Equipe Selva) de dar um gole e deixar a água na boca durante algum tempo.”

 Fonte: http://www.webventure.com.br


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Kelly McGarry, lenda do mountain bike, morre após sofrer acidente na Nova Zelândia

O ciclista de 33 anos sofreu uma grave queda de sua bicicleta durante uma trilha na montanha de Bem Lomond, em Queenstown

 

- Atualizado em

Kelly McGarry
Kelly McGarry, ciclista neozelandês(VEJA.com/Getty Images)
O ciclista neozelandês, Kelly McGarry, considerado uma lenda mundial no circuito de mountain bike, morreu nesta segunda-feira ao sofrer um acidente em Queenstown, na Nova Zelândia. De acordo com o diário local, Otago Daily News, McGarry fazia uma famosa e perigosa trilha de mountain bike na montanha de Ben Lomond quando sofreu uma grave queda de sua bicicleta.

Paramédicos foram mandados ao local de helicóptero, devido ao difícil acesso da montanha. No entanto, o ciclista de 33 anos já estava morto quando a assistência médica chegou.

Diversas homenagens foram feitas pela mídia especializada e por companheiros de profissão. A marca de bicicleta YT Industries - principal patrocinadora do atleta - resolveu, em uma homenagem de luto, tirar o site oficial do ar e colocar uma foto do ciclista em um fundo preto com a seguinte mensagem: "Há poucos seres humanos iguais a você. Sentiremos sua falta".

Publicidade
</div> <div id='passback-wbeed622bf4'></div>
Kelly McGarry é um dos pioneiros do freeride, modalidade de mountain bike em que os atletas fazem trilhas de alta performance e velocidade, com grandes saltos e manobras. O neozelandês era especialista nesse tipo de trilha e, em 2013, ficou conhecido mundialmente no circuito após concluir um backflip (quando o ciclista completa um giro para trás em seu próprio eixo) de pouco mais de 20 metros de altura na Red Bull Rampage, maior competição da modalidade. Confira abaixo a incrível façanha:



Fonte: http://veja.abril.com.br

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Operadora especializada em bike garante tours acessíveis

- Operadoras
 
Diego Verticchio Diego Verticchio
 

 
Empresa “irmã” da Venturas Viagens, a Operadora Ybytu (vento, em Tupi Guarani) é a nova empresa 100% especializada em roteiros de bike pelo Brasil e mundo. Liderada por Douglas Simões, ex-presidente da Abeta, a empresa completa em maio um ano de operação. “Iniciamos a operação da empresa em maio, a partir daí trabalhamos para formatar os produtos e agora, desde o início do ano, estamos trabalhando a parte comercial da empresa”, explica Simones.

A ideia nasceu ao andar de bicicleta com o pai aos domingos pela ciclofaixa em São Paulo. A grande quantidade de usuários e a pouca oferta de viagens chamou a atenção. “Ali tive um estalo e fui procurar quais empresas faziam este tipo de viagens, e a maioria era na verdade um departamento dentro de uma grande agência ou operadora, e todas empresas voltadas ao segmento de luxo. Minha ideia então foi oferecer viagens de bike pelo Brasil e mundo a preços acessíveis”, disse o empresário ao Portal PANROTAS.

Com sede em São Paulo, anexo ao escritório da Venturas, a Ybytu começa a partir desse mês a visitar as principais agências de viagens que tenham este perfil. Segundo ele, não são muitas as empresas que têm esta característica. “Já temos pensado em um plano de promoção que inclui, é claro, as agências de viagens”.

PRODUTOS
A Ybytu tem em seu portfólio viagens pelo Brasil e Exterior. No Brasil, alguns roteiros são operados pela própria empresa, como circuito de Ubatuba a Paraty ou pelo Brasil, ambas com datas pré-definidas, como no caso do roteiro pelo litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. “Esta viagem passa pela Rio-Santos, mas o legal é que vamos margeando a costa através das trilhas e caminhos por estradas de chão”, explicou. Já o roteiro por Brasília acontecerá todos os finais de semana. “A capital é plana e favorece muito a prática do ciclismo. É muito interessante conhecer os principais pontos turísticos de lá de bike”, garantiu.

Além destes roteiros, a Ybytu trabalha com viagens de duas rodas para Chapada dos Veadeiros, Chapada Diamantina, Serra Catarinense, entre outros destinos no Brasil. No Exterior, a empresa pretende trabalhar com Santiago de Compostela (Espanha), Bélgica (com direito a tour cervejeiro) e Cordilheira dos Andes, entre outros.

“Existe desde o tour para o ciclista iniciante, básico, até para quem tem mais experiência. Temos também opções mais simples a mais sofisticadas, mas independentemente da escolha sempre terá um carro de apoio acompanhando os ciclistas ou para levar as bagagens para os próximos hotéis.”

Segundo ele, é possível o ciclista levar sua própria “magrela” ou pegar uma lá. “Isso é muito particular de cada ciclista. Tem aquele que não troca seu assento por nenhum outro, tem aqueles que preferem levar o aro. Mas o que vale destacar é que 90% das companhias aéreas entendem bicicletas como bagagem, então não é preciso pagar excesso”, concluiu.

Mais informações no site: www.ybytu.tur.br 
 
Fonte: http://www.panrotas.com.br

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Aos 70 anos, Clarice vence desafio na Disney ao correr 78km em quatro dias

Aposentada de Itajubá-MG se surpreende ao levar o primeiro lugar na categoria dela
depois das provas de 5, 10, 21 e 42km nos parques de Orlando, nos Estados Unidos

Por Igor Christ

 Rio de Janeiro


EuAtleta-Minha-História-Clarice-70anos_Disney_310 (Foto: Eu Atleta)Medalhas e mais medalhas: Clarice exibe com muito orgulho as conquistas na Disney (Foto: Arquivo)

O Desafio do Dunga reuniu participantes do mundo todo para as quatro provas em quatro dias seguidos pelos parques da Disney, em Orlando, nos Estados Unidos, na última semana. Uma brasileira de 70 anos mostrou vitalidade ao correr o total de 78km (5km, 10km, meia maratona e maratona) e conquistar o primeiro lugar na categoria dela (70 a 75 anos) nestas distâncias. Moradora de Itajubá, no sul de Minas Gerais, a aposentada Clarice Magalhães se surpreendeu com os resultados.

- Sinceramente, eu não esperava isso. Me preparei para correr quatro dias, mas tinha dúvida se conseguiria completar o desafio. Nem sabia que existia uma classificação por categoria. Foram as melhores provas que já fiz. Até agora não acredito que fiquei com o primeiro lugar - contou.

O quadro geral de classificação do desafio mostrou também como foi o desempenho dela em cada uma das provas. Na de 5km, ela cruzou a linha de chegada em 29m10s, na de 10km em 1h04m17s, na de 21km em 2h14m19s e, para fechar a participação, os 42km após 5h09m25s. 

EuAtleta Minha História Clarice 70anos_Disney_mosaico (Foto: Eu Atleta)A aventura de Clarice na Disney: suor, diversão e muitas medalhas conquistadas (Foto: Arquivo)
 
- Curiosamente, a prova que mais senti dificuldade foi a primeira de 5km, pois não estava muito bem. A maratona foi uma festa. Parei várias vezes para tirar foto com  personagens da Disney e amigos. Quando colocava as medalhas era uma emoção difícil até de descrever. Não segurei as lágrimas. Somente quem corre pode entender o que é terminar uma prova como essa - afirmou.

Clarice, que trabalhava como enfermeira, disse que começou a correr em 2003, completando a primeira prova oficial apenas um ano depois. A prática esportiva a ajudou a emagrecer 10kg e ganhar saúde. Ela conta que os exames estão em dia, foi liberada pelo cardiologista e que não usa mais remédios. Na rotina semanal, a atleta faz musculação e corre de três a quatro vezes.

- A corrida entrou na minha vida por curiosidade. Morava em Santos e via pessoas correndo na praia. Gostei daquilo e deu no que deu. No bairro onde moro, treinava com um grupo que quis conferir de perto a minha paixão pela corrida. Costumo dizer que o meu psicólogo é o asfalto. Antes da correr, tinha dor de cabeça constante e agora não sinto mais nada. Além disso, acho que estou despertando interesse nas pessoas da minha cidade para terem saúde - explicou.

De repouso após a aventura na Disney, Clarice pretende seguir treinando, mas não pensa mais em disputar provas. Agora, ela quer incentivar a vida saudável e influenciar ainda mais gente.

- A mensagem que posso passar é de que quem está sedentário deve deixar o sofá e fazer um teste. Somente assim pra entender a transformação no corpo, na cabeça e na vida - encerrou.

EuAtleta Minha História Clarisse 70anos_Disney_690 (Foto: Eu Atleta) 
Clarice se diverte com os personagens da Disney durante a corrida e garante primeiro lugar na categoria (Foto: Arquivo)
 
Fonte: http://globoesporte.globo.com

 

sábado, 9 de janeiro de 2016

Barraca Siesta4, um adeus à luz externa, calor e pouca ventilação

A Barraca Siesta4 é mais uma novidade que surge no segmento outdoor. Na verdade ainda é um projeto, mas que já está em vias de se tornar realidade. E se você quiser pode até dar um empurrãozinho para ela entrar no mercado de vez!

A revolução que ela propõe é acabar com os problemas de excesso de aquecimento e luz externa dentro da barraca! Ela foi pensada para, entre outras situações, ser usada em festivais de música ou qualquer outra ocasião onde o campista queira continuar dormindo manhã a dentro (ou tarde a dentro) sem ter que acordar pelo calor ou luminosidade na barraca. Especialmente para aplacar essa questão do calor esse modelo cairia como uma luva aqui no clima quente do Brasil, não é mesmo!

Quem traz essa inovação é a empresa americana Outback Logic. Confere abaixo mais informações!

Web

Confira abaixo as principais características

 

Bloquear a passagem de Luz e Calor

A Barraca Siesta4 possui um sobreteto super reflexivo que bloqueia raios ultra-violetas, calor e a luz. O tecido é um poliéster único, desenvolvido pela própria empresa para garantir sua máxima eficiência. Além disso o tecido também é impermeável, obviamente! Todas as entradas (janelas e portas) possuem “porta dupla”, com tela de mosquiteiro e fechamento em zíper do tecido que faz o bloqueio da luz. É tudo pensado para você não ter vontade de sair do saco de dormir…

Incentivar a circulação de ar

Mas o grande destaque desse modelo fica nos dois ventiladores que pode ser “instalados” na estrutura da barraca. São ventiladores super silenciosos de 8 polegadas que ficam na parte do “teto” para fazer o resfriamento quanto as portas estiverem fechadas. Ele puxa o ar externo (por meio de uma abertura no sobreteto) e joga para dentro da barraca. A energia para o funcionamento dos ventiladores é por uma porta de USB, é possível conectar ele ao seu celular, tablet ou notebook por exemplo. Os ventiladores ficam presos por meio de zípers, um em cada lateral da barraca.

Além dessa questão dos ventiladores ela também conta com duas portas, um de cada lado, que podem ser abertas criando um corredor de ar. A ideia é promover a circulação de ar quando as portas estiverem abertas. E ela ainda possui 6 pequenas janelas (de ventilação) que também facilitam a troca de ar.

Segundo os fabricantes a ideia é não só fazer um ambiente agradável no verão mas também no inverno quando o ar precisa sair para fora da barraca para não gerar condensação interna.

Você vai entender melhor um pouco do que falamos vendo as fotos e vídeos mais abaixo.

Siesta4 (11)
Instalação e funcionamento do ventilador

Outras características

 

A Siesta4 é um iglu para 4 pessoas. Estruturalmente é um modelo parecido com outras barracas que existem no mercado e é bem fácil de montar. As varetas são em alumínio e há diversos pontos de fixação, segundo a empresa o suficiente para dar uma ótima resistência para ventos e temporais.

Esse modelo, além das portas, possui avanços super espaçosos, em cada uma das duas portas. Tudo isso pesa 8 kg, mas obviamente que o público alvo dela não é montanhistas, nem nada assim, bem pelo contrário! É uma barraca para quem tem um nível mais exigente de conforto.

Dê uma olhada na imagem abaixo para entender melhor como é a estrutura da barraca:
Siesta4 (8)

Preços e doações para o projeto

 

Então, pronto para encarar uma noite de camping mais longa? Se você curtiu o projeto, você pode contribuir com ele, doando a partir de $ 1 dólar. Mas se você tiver “sobrando” para desembolsar um pouco mais, a partir da doação de $ 315 você “ganha” o modelo mais simples da barraca, sem os ventiladores, que será remetida (a princípio apenas para os Estados Unidos) a partir de abril/2016. Saiba mais sobre preços e doações no Página da Siesta4 no Kickstarter.

Se você não mora nos Estados Unidos e quiser fazer essa doação generosa para receber a barraca, antes entre em contato com a empresa e informe-se sobre valores de frete para envio para o Brasil.

Mais informações

 

Muitas outras informações detalhadas e técnicas sobre o produto, sobre os materiais, projeto, fotos, etc. podem ser encontradas também na Página da Siesta4 no Kickstarter, mas tudo em inglês!


Informações e Imagens: Outback Logic

Fonte:  http://fuiacampar.com.br/barraca-siesta4-um-adeus-a-luz-externa-calor-e-pouca-ventilacao/

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Pantanal Extremo abre número maior de inscrições em 2015

Jogos de Aventura acontece de 12 a 15 de novembro e é uma realização da Prefeitura de Corumbá

Myllena de Luca
Capital News 

Pantanal Extremo abre número maior de inscrições em 2015
Pantanal Extremo

As inscrições para o Pantanal Extremo, Jogos de Aventura, abre o segundo lote para inscrições amanhã, segunda-feira (12) a partir das 13h. As inscrições do primeiro lote começaram no primeiro dia de outubro.

Aproximadamente mais de 300 vagas já foram preenchidas.  No ano passado, foram 250 vagas no ciclismo. Este ano subiu para 300 e ainda assim muitas pessoas ficaram de fora.

Na categoria Sport (65 quilômetros de percurso) o valor é de R$ 70. Na Pró (102 km) o investimento é de R$ 120. Os valores podem ser recolhidos em boleto bancário ou no cartão de crédito. No ato da inscrição, o competidor precisa informar os dados pessoais, além de um endereço de email ativo e telefone de contato para eventual emergência.

Pantanal Extremo
Jogos de Aventura acontece de 12 a 15 de novembro e é uma realização da Prefeitura de Corumbá em parceria com a Liga de Esportes de Corumbá (LEC), o Exército Brasileiro, por meio da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, e da Marinha do Brasil, por meio do 6º Distrito Naval. 

Fonte: http://www.capitalnews.com.br

 

domingo, 18 de outubro de 2015

Atleta sofre grave acidente no Alasca, mas não deixa a corrida de aventura

Por  

Rio de Janeiro

 Marco Amselem conheceu o esporte em 2006 e hoje é membro da Vidaraid,
equipe líder do campeonato mundial. "Foi amor à primeira vista. É indescritível". 

 

Ficar dias sem dormir, enfrentar adversidades e animais selvagens, subir e descer montanhas. Companheirismo, espírito de equipe, paciência e conhecimento em primeiros socorros. Encarar a morte de perto. Dez anos atrás, Marco Amselem, de 30 anos, não imaginava que passaria por tudo isso e viria a ser integrante da Vidaraid, equipe líder no ranking do mundial de corrida de aventura. Em 2006, ele participou da primeira prova e nunca mais parou. 

EuAtleta aventura marco mosaico (Foto: Eu Atleta)

- Foi amor à primeira vista. Tivemos várias adversidades. Eu cheguei esgotado, não conseguia nem falar. Mas vivenciei um sentimento que me preencheu imensamente. E sinto ele até hoje toda vez que cruzo a linha de chegada.

 
Trabalho em equipe é um dos principais aspectos da corrida de aventura. Graças a esse espírito, Amselem se salvou de um grave acidente durante uma prova no Alasca, em julho. Ele caiu em uma fenda glacial de aproximadamente 7 metros de altura e deslocou um braço. Foram horas de sofrimento até o resgate chegar e a Vidaraid precisou abandonar a prova. Para ele, foi um dos momentos mais difíceis que enfrentou em uma prova. (Assista ao vídeo)
 
- Em corrida de aventura não existe individualismo, sempre pensamos nos quatro integrantes para tomar qualquer decisão. Minha equipe fez um belo trabalho me segurando e impedindo que eu continuasse caindo. Tive muita sorte também de ter outra perto que ajudou a me tirar da fenda. A gente continuou mais algumas horas até um refúgio e lá ficamos até a manhã seguinte, à espera do helicóptero. 

 
 Passar dias sem comer direito, dois a três dias sem dormir, gastando energia e sentindo diferentes dores no corpo abalam o emocional. Por isso, paciência, compreensão e autocontrole são qualidades necessárias para participar de corridas de aventura.

- É importante ser flexível e compreensivo. Não levar nada para o pessoal durante os momentos difíceis que a equipe enfrenta. Todos os integrantes passam por altos e baixos, ninguém consegue se sentir bem o tempo todo.

euatleta corrida de aventura (Foto: Vidaraid)Marco após o acidente (Foto: Vidaraid)
 
Fonte: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/corridas-e-eventos/noticia/2015/09/atleta-sofre-grave-acidente-no-alasca-mas-nao-deixa-corrida-de-aventura.html

 

 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Tocha olímpica: veja como fazer parte do revezamento em Maceió

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

O titular da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel) esteve reunido, nesta segunda-feira (31), com representantes da Gerência Regional do Revazamento da Tocha Olímpica, que apresentaram novidades e detalhes sobre como Maceió deve se preparar durante o período de cidade celebração – como ficaram conhecidos os municípios onde a tocha vai pernoitar. Um dos principais pontos de discussão tratou da participação dos maceioenses no processo de escolha a possíveis candidatos para carregar a tocha em vias públicas em data e rota oficiais a serem definidas pelo Comitê Olímpico.

“Foi uma reunião de esclarecimentos a respeito de normas e cuidados que vamos ter que adotar para que nossa Maceió esteja ainda mais bela para receber a passagem do fogo olímpico, além da importância dos maceioenses acessaram os sites dos patrocinadores para saber como participar da seleção dos condutores da tocha na capital”, disse Moura.

Apesar de ainda não ter uma definição do número de quantas pessoas serão selecionadas, o gerente regional Rian Maia reforçou o pedido de engajamento dos maceioenses, pois o prazo para inscrições se encerra no dia 15 de outubro e a escolha dos candidatos compete aos patrocinadores.

IMG-20150831-WA0005
Secretário Antônio Moura com representantes da Gerência Regional do Revazamento da Tocha Olímpica Foto: Ascom Semel

“Cada patrocinador tem um critério de escolha. O mais importante é que a população esteja engajada e se inscreva o quanto antes”, adiantou Maia. Matematicamente, quanto maior for o quantitativo de inscrições na cidade, maiores as chances de serem selecionados moradores de Maceió.

Caso as inscrições sejam insuficientes para a avaliação dos patrocinadores, condutores virão de outras cidades. “É justamente esse cenário que não gostaríamos de ver, por isso deixo o pedido para que todo o maceioense possa acessar os sites já na torcida para ser escolhido”, completou Moura.

Os requesitos variam conforme estabelecem os patrocinadores obedecendo a proposta de cada um deles. E mais: não podem participar menores de 12 anos de idade, cidadãos eleitos pelo voto popular no exercício de funções políticas ou pessoas com antecedentes criminais. Fique atento, pois sendo criteriosa, a seleção é temática: o interessado deve fazer entender a proposta do patrocinador e seguir a defesa da candidatura seguindo os princípios estabelecidos pelas três empresas, são elas e respectivos sites:


Também participaram da reunião o diretor de Operações de Trânsito da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), Carlo Calheiros e o assessor técnico da Semel, Daniel Costa, além do Gerente Regional Filippo Faria.

Fonte: Assessoria / http://www.alagoas24horas.com.br

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Vai trabalhar de bike? Empresa oferece banho e até chapinha

Expansão das ciclovias em São Paulo aumenta faturamento de pequenos negócios envolvendo bicicletas

Por Natália Mito

 

Não faz muito tempo que usar bicicletas como meio de transporte em São Paulo era visto como coisa de meia dúzia de loucos aventureiros. Mas esse cenário vem mudando. Com a implantação de ciclovias na cidade as bikes vêm se tornando uma alternativa tanto para quem busca um momento de lazer aos domingos, quanto para quem não aguenta mais ficar parado horas no trânsito caótico de SP.
 Foto: KOF / Divulgação
Com a expansão das ciclovias em SP, os chamados bike cafés, muito comuns na Europa, vêm ganhando espaço no Brasil. Foto: KOF / Divulgação
Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicleta e Similares (Abraciclo), cerca de 300 mil magrelas circulam pela cidade diariamente. Aos fins de semana, o número sobe para 550 mil. 

Atualmente, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) aponta que a cidade conta com uma malha cicloviária de 307,4 km, e, se depender dos planos da prefeitura, serão entregues 400 km até o fim de 2015. 

Essa mudança de concepção não mobilizou apenas ciclistas antigos e novatos, como também empresários, que estão de olho nessa nova tendência do público. Para o vice-presidente da Abraciclo, Eduardo Musa, o desenvolvimento da mobilidade urbana está transformando o perfil do usuário de bicicleta e, consequentemente, movimentando o mercado voltado para esse setor. "São pessoas que compram bicilcletas para uso em lazer e pequenos percursos, como ida e volta da academia", explica.

Além da venda de acessório de bicicletas e funções de oficina, chuveiro, cafés temáticos, estacionamento para bikes e roupas especializadas são alguns dos serviços disponíveis para os ciclistas urbanos.

Bike café é ponto de encontro de ciclistas
 Foto: KOF / Divulgação
O King of The Fork funciona como um ponto de encontro e espaço para convivência entre ciclistas Foto: KOF / Divulgação
Os chamados bike cafés, muito comuns na Europa, estão conquistando o público brasileiro. Os sócios Camila Romano e Paulo Filho escolheram o bairro de Pinheiros para abrir, em junho de 2014, o King of The Fork, um ponto de encontro e espaço para convivência entre ciclistas. O KOF, como foi apelidado, funciona de segunda a sábado, das 10h às 20h. Além de ser um café temático, também vende acessórios e transmite corridas de bike. 

A ideia de empreender surgiu da necessidade de um novo estilo de vida. Camila e Paulo se conheceram pedalando e abandonaram o emprego tradicional em busca de mais qualidade de vida. 

Camila conta que a inauguração das ciclovias não só incentivou muita gente a começar a pedalar, como também influenciou no crescimento do seu negócio. "Imaginamos que o movimento de ciclistas aumentou uns 25% o movimento do café e da nossa lojinha de acessórios", estima. 

Não ter onde tomar banho não é desculpa
 Foto: Aro 27 / Divulgação
O espaço Aro 27 conta com um estacionamento para bikes, chuveiros, lojinha, oficina e café Foto: Aro 27 / Divulgação
O conceito europeu também é aposta do ciclista Fabio Perillo Samori. Após morar dois anos em Edimburgo, na Escócia, e usar a bicicleta como principal meio de transporte, o biólogo voltou para o Brasil com a ideia de trazer para sua cidade um espaço dedicado ao ciclista urbano. Nasceu assim, em 2013, também na região de Pinheiros, o bike café Aro 27. 

O grande diferencial do estabelecimento é o Park and Shower, um estacionamento com chuveiro. Como a maioria das empresas não disponibiliza vestiários aos funcionários, muitos evitam fazer o trajeto de bike, afinal, ninguém quer chegar no trabalho todo suado. Esse também era um problema de Fabio, que se sentia desconfortável por não chegar 'apresentável' nas reuniões de negócios, por isso a ideia de um espaço que facilitasse a vida dos ciclistas nesse sentido. 

Pagando R$ 9,90, o cliente pode deixar sua bike estacionada e ainda tomar um banho. O espaço também fornece armário, sabonete líquido, toalha, secador de cabelo e até chapinha para as mulheres. 

Com um investimento inicial de R$ 350 mil e um faturamento médio mensal de R$ 50 mil, o estabelecimento também tem uma área de café, uma lojinha com acessórios específicos e uma oficina, que, de acordo com ele, responde, atualmente, pelo maior faturamento da casa. 

 Foto: Aro 27 / Divulgação
Após morar dois anos fora do país e usar a bicicleta como principal meio de transporte, o biólogo Fabio Perillo Samori trouxe para o Brasil um espaço dedicado ao ciclista urbano. Foto: Aro 27 / Divulgação
Para o proprietário, esse crescimento aconteceu devido ao boom de ciclovias em São Paulo. "Com a ampliação das ciclovias, muita gente pegou aquela bike encostada em casa há um tempo. Antes de comprar uma nova, ele [o novo ciclista] vai tentar usar a antiga, logo, os serviços na oficina aumentam", explica Fábio. 

O ciclista também ressalta que a medida da prefeitura incentiva muito mais gente a trocar o carro pela bike. "Hoje em dia é muito frequente ouvir um cliente contando que trocou o carro pela bike, ou que vendeu o carro para comprar uma bicicleta, por ter uma ciclovia perto de casa. Isso [a medida] vem para possibilitar o uso de bikes nas ruas e elevar a qualidade de vida da maior parte da população", diz. 

Roupas que inibem o mau cheiro? Sim!
 Foto: Velô / Divulgação
As peças para ciclistas da marca Velô são feitas com fibras sintéticas, que são mais leves, não amassam e permitem a entrada de ar. Foto: Velô / Divulgação
Também pensando nas necessidades do ciclista urbano, a jornalista Nina Weingrill, sua mãe Claudia Pereira Weingrill e a estilista Camila Silveira criaram uma marca de roupa que inibe o mau cheiro. 

Velô foi inaugurada em agosto de 2014 e também está aproveitando essa nova tendência. "Eu costumo dizer que foi sorte, não tínhamos ideia de que fosse acontecer esse boom, foi mais uma vontade nossa de fazer algo diferente. Hoje em dia, há um crescimento de procura pelo produto, não só de clientes locais, mas também lojistas e clientes de fora", diz Camila. 

As peças, que custam em média R$ 200, são feitas com fibras sintéticas, que são mais leves, não amassam e permitem a entrada de ar. Além disso, a composição do tecido também tem proteção contra raios solares (ultravioleta) e acabamento bacteriostático, que inibe a proliferação das bactérias e o mau cheiro causado pelo suor. 

Com um investimento inicial de R$ 100 mil (mais taxas), a empresa espera ter um crescimento de 30% até o fim deste ano, segundo a empresária. 

Entrega sustentável
O avanço da cultura das bikes como meio de transporte também pode ajudar negócios relacionados a outros segmentos. A WebECOmendas, fundada em 2012, é uma empresa e-commerce sustentável que usa a bicicleta para fazer suas entregas. 

Vagner Tostes, um dos proprietários, explica que as ciclovias contribuem para a produtividade do seu empreendimento. "Se antes fazíamos 17 entregas por dia, esse ano, especialmente a partir de março, o número subiu para 35 em seis horas de trabalho", aponta Tostes. 

Fonte: http://economia.terra.com.br

 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Treino de ciclistas do Brasil é interrompido por polícia de Toronto

Do UOL, em São Paulo
 
Em um dia de folga de competições, um grupo de ciclistas brasileiros resolveu explorar a cidade em um treino pelas ruas de Toronto. Só que o grupo de atletas acabou pegando um caminho em que bicicletas não são permitidas, o que causou algum transtorno na cidade-sede dos Jogos Pan-Americanos.

Segundo a rede de notícias CBC, os brasileiros saíram da Vila que abriga os atletas nos Jogos e acessaram uma rodovia próxima. A movimentação chamou a atenção de alguns moradores da cidade, que acionaram a polícia por conta do tráfego que o treino estava gerando.

Os oficiais informaram a CBC que a abordagem foi tranquila e que os nove brasileiros explicaram que não sabiam que o trânsito de bicicletas não era permitido no local. A polícia ainda teria orientado o grupo sobre outras rotas da cidade em que as pedaladas são permitidas, para que futuros treinos pudessem acontecer sem sustos.

A polícia acrescentou que não registrou nenhuma ocorrência por conta da cooperação dos brasileiros, que prometeram não repetir a infração. A CBC não informou os nomes dos atletas que estavam treinando.

Fonte:  http://noticias.bol.uol.com.br