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terça-feira, 1 de março de 2016

Ultramacho bate recorde em número de participantes

Evento busca promover o turismo de aventura multiesportivo em Mato Grosso


O Ultramacho se consolidou como um dos maiores eventos de aventura de Mato Grosso




















DA REDAÇÃO
Dando continuidade às ações de promoção e divulgação do turismo de aventura, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) promoveu neste fim de semana (27 e 28), em parceria com a Associação de Turismo, Cultura e Meio Ambiente Integrar, a 11ª edição do Circuito Ultramacho no distrito de Coxipó do Ouro.

Esta etapa bateu recorde em número de participantes. Foram 1.089 participantes, de 42 municípios de Mato Grosso e de 18 estados brasileiros, distribuídos em oito provas esportivas. No total foram entregues 300 troféus.

O evento busca promover e divulgar o turismo de aventura multiesportivo e os locais mais adequados à sua prática. Entre seus objetivos estão o estímulo ao turismo de aventura, às práticas esportivas integradas ao meio ambiente, às ações de solidariedade, além da geração de emprego e renda, haja vista que em todos os locais onde é realizado, o evento movimenta a economia com a ida de milhares de pessoas que participam e acompanham.

O Ultramacho se consolidou como um dos maiores eventos de aventura de Mato Grosso e do segmento multiesportivo com canoagem no Brasil. Com maratona de mountain bike, corrida em trilha, canoagem, prova kids e teen, o festival de aventura busca estimular a atividade física e atende desde atletas profissionais até aqueles que acabaram de começar nos esportes e buscam um objetivo para treinar.

De acordo com o secretário adjunto de turismo, Luis Carlos Nigro, o turismo deve promover, além do aumento do fluxo turístico de forma sustentável, a movimentação de renda e a geração de emprego em seus municípios, beneficiando em primeiro lugar a população local. “Esse Circuito é uma das melhores maneiras de fazermos um turismo sustentável, gerando emprego a renda nas localidades onde ele é realizado”, declarou.

O evento busca também proporcionar uma experiência de superação, em que o atleta leva as situações difíceis que vive na prova para a vida social e profissional. “Ele promove mudanças psicológicas positivas nos atletas e ainda valoriza o meio ambiente e o turismo regional”, destaca Eleonor Cristina Ferreira, presidente da Associação Integrar.

O Ultramacho já foi realizado de forma itinerante em Chapada dos Guimarães, Jaciara, Nobres, Santo Antônio de Leverger, Juscimeira, Tangará da Serra e Poconé. Uma forma de incentivo à visitação a essas localidades e seu entorno. Este ano já está confirmada sua realização no distrito de Nossa Senhora da Guia e em Tangará da Serra. 

Fonte: http://midianews.com.br/

sábado, 27 de fevereiro de 2016

The Strongs PE - Corrida de Obstáculos


Horário

(Domingo) 08:00 - 11:00  - 28/02/16

Localização

Igarassu - PE
Estrada de Nova Cruz, Cruz de Rebouças

Organizador

Metambiental Eventoscontato@metambiental.com

Fonte: http://www.pernambucorunning.com.br

Ciclistas campomaiorenses conquistam pódios no Piauiense de Mountain Bike



Os ciclistas campomaiorenses continuam pedalando bem, no Campeonato Piauiense de Mountain Bike. Na primeira etapa realizada, domingo, 21, em Teresina. Dois atletas da equipe da Terra dos Carnaubais conquistaram o pódio na competição.

Júlio César (3° lugar na categoria Master-B2) e Junior Macedo (2º lugar da master A1) foram os ciclistas campomaiorenses que mais se destacaram.

O ciclista Jardelson Silva disse que a equipe campomaiorense sempre se destaca no Campeonato Piauiense de Mountain Bike e cada vez mais recebe apoio do poder público e da iniciativa privada de Campo Maior.

A equipe campomaiorense de ciclismo conta hoje com o apoio da Prefeitura de Campo Maior, do secretário de Educação, Professor Ribinha, da Novata Comunicações, Center of Bike e Jardellson Silva Sports.

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Publicado Por: Jonas Sousa

Fonte: http://180graus.com

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

CIRCUITO SOLAR - OLINDA



 
  Data Evento:
28/02/2016
  Inscrições até:
25/02/2016
  Informações:
CIRCUITO SOLAR - OLINDA
  Cidade:
Olinda / PE
  Local:
Beira mar de Bairro Novo
  Horário largada:
07:00
  Telefone:
  Organizador:
ACOPE
  Site do evento:
 
Esportes do Evento:
Corrida
 
Categorias do Evento:
Corrida 05 km
Fonte: http://corre10.tempsite.ws






























Niterói recebe festival de food bike com doces e salgados na garupa de bicicletas

A food bike do Armazém do Brownie. No detalhe, os equipamentos da Brigadeiros especiais
A food bike do Armazém do Brownie. No detalhe, os equipamentos da Brigadeiros especiais
Clarissa Stycer*

Nova moda da gastronomia, as food bikes estacionam a partir desta sexta-feira no Centro de Niterói, fazendo a festa de quem gosta de novos sabores. Até o dia 28, oito expositores levam suas delícias sobre as magrelas para o segundo andar do Shopping Bay Market.

Diferentemente dos food trucks, em caminhões, não é qualquer comida que se encaixa nas cestinhas e garupas. No Festival Gastronômico Bike no Bay, as atrações principais são alimentos já embalados, como doces, tortas salgadas, escondidinho e saladas no pote. Para Renato Martins, que acabou de largar a carreira de funcionário público para se dedicar ao Armazém do Brownie, as food bikes são uma vantagem para o empreendedor. 

— A bicicleta é mais acessível. Para efetivar a marca no mercado, é mais prático — acredita Renato, de 41 anos, que vai levar para o festival, além das receitas tradicionais e com recheio de fruta, o novo brownie de palha italiana.

Festival vai até o dia 28
Festival vai até o dia 28 Foto: Divulgação
Para dar conta do espaço limitado, um pequeno cenário é montado ao redor da bicicleta, o que permite que Luana Carosellas, da Delice Doces, traga seu equipamento para fazer tapiocas na hora.

— Alguns casamentos já estão adotando food bikes — diz a doceira de 25 anos, que testa pela primeira vez o formato. 

O shopping vai instalar um totem onde os clientes poderão tirar fotos temáticas. 

— É legal para os expositores terem um ponto fixo. Nós temos um fluxo de 80 mil pessoas por dia — afirma Renata Corrêa, coordenadora de marketing do Bay Market.

O acesso ao evento é gratuito, e o freguês paga só pelo que consumiu. Se estiver interessado em incluir a sua food bike no festival, procure a administração do Bay Market.

Fonte: http://extra.globo.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Como se alimentar durante uma corrida de aventura de uma semana?

Andrea Matarazzo fala sobre alimentos práticos e que garantem a energia necessária durante a prova

 

A nutricionista Andrea Matarazzo participou no ano passado do Mundial de Corrida de Aventura no Pantanal. Foram sete dias de prova que testaram os limites físicos e emocionais dos participantes.

Além de organizar todos os equipamentos necessários para a competição, preparar a alimentação para a semana de prova foi um dos maiores desafios da equipe formada por Andrea, Marcelo Museal, José Luiz Gomes e Alexandre Gusson. 

Além de organizar todos os equipamentos, preparar a alimentação para a semana de prova foi um dos maiores desafios da equipe. Foto: arquivo pessoal 
Além de organizar todos os equipamentos, preparar a alimentação para a semana de prova foi um dos maiores desafios da equipe. Foto: arquivo pessoal
“Nós precisávamos de alimentos que durassem sete dias naquele calor e umidade do Pantanal, que fossem ‘leves’ para que não pesassem na mochila e que fossem adequados para suprir e repor nossa necessidade diária de energia ao longo de toda a semana de prova”, conta Andrea. 

Sabendo o que levar, é importante organizar os momentos de alimentação. “Pelo pouco que sabíamos da prova imaginamos que durante as pernas de remo seria um bom momento para ingerirmos as fontes de proteína, já que sua absorção é mais lenta, e como não haveria corredeiras mas apenas rios, nossa frequência cardíaca ficaria mais baixa não interferindo na digestão”, explica. 

Nas partes de treeking, a equipe teria duas serras para subir então se organizaram para levar carboidratos de rápida absorção para as subidas como bala de goma, paçoca, bolinhos naturais, frutas secas, biscoitos salgados e azeitonas. 

“Já na bike, sabíamos que seria areião, a perna de mais desenvolvimento e velocidade da prova, então levamos a maltodextrina, que não só nos dá energia como nos ajuda a manter o corpo hidratado, gel de carboidrato e outros lanches práticos como castanhas e uva passa, jujubas e azeitonas.” 

Outro ponto importante é arrumar as caixas de apoio. Foto: arquivo pessoal  
Outro ponto importante é arrumar as caixas de apoio. Foto: arquivo pessoal
A ideia do time era parar uma vez ao dia para fazer uma refeição. O cardápio dessas refeições incluía comidas liofilizadas e comidas industrializadas cozidas no vapor como batata, mandioca, ervilha, milho, carne seca e frango desfiado. 

“Para dar um ‘toque final’ no nosso cardápio pantaneiro, resolvi testar alguns alimentos feitos em casa colocando-os em uma mini máquina à vácuo e os deixei dez dias ao ar livre, pegando sol e chuva”, conta Andrea. O único alimento que resistiu foi o arroz. “Não tive dúvida, fiz duas panelas de arroz e levei para a equipe toda para comermos nas refeições com a carne ou o frango e deu super certo.” 

Outro ponto importante é arrumar as caixas de apoio. “Organizamos saquinhos com snacks para 12 horas de prova e sempre levamos de dois a quatro saquinhos com a porção já pronta de maltodextrina”, explica. Além disso, cada caixa também continha um saco de bisnaguinha com salame ou provolone. Segundo Andrea, o provolone não durou os sete dias de prova mesmo fechado. “Deixar líquidos nas caixas como Nescau pronto, sucos e isotônicos é essencial principalmente em provas quentes e úmidas em que a desidratação é uma constante”, afirma a nutricionista. 

Mas além da comida, a equipe enfrentou outra grande preocupação durante a prova: a hidratação. “No início só tinhamos água do rio Paraguai para beber, uma água escura com gosto não muito agradável, além das gotas de clorofila das plantas aquáticas que vinham junto, brincavámos que era o ‘suco verde’ do Pantanal.” Os atletas usavam hidrosteril para purificar a água e pastilhas de hidroelétrolítico para melhorar o gosto e repor os sais minerais. 

“No trekking após a Serra do Amolar a água era sempre translúcida, mas mesmo assim a sensação de sede era constante. Em alguns momentos seguimos o conselho do meu treinador Caco Fonseca (Equipe Selva) de dar um gole e deixar a água na boca durante algum tempo.”

 Fonte: http://www.webventure.com.br


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Colunista do Webventure conta detalhes de como foi participar dos sete dias de Mundial de Corrida de Aventura

Aventura teve desistência de integrante da equipe, desidratação e muitas bolhas

 

Uma palavra define como foram os dias que antecederam o Mundial de Corrida de Aventura no Pantanal: correria. A equipe formada por Andrea Matarazzo, Marcelo Museal, José Luiz Gomes e Alexandre Gusson se preparou em São Paulo organizando equipamentos e alimentação para os sete dias de prova. 

“Chegamos em Corumbá e não paramos um minuto entre briefing, arrumar as caixas que encontraríamos nos ATs (áreas de transição), checagem dos equipamentos, teste da mochila, pack raft e alguns contratempos, que sempre acontecem”, conta Andrea. Nesse caso, o contratempo foi o bote ter estourado um dia antes da largada. 

Foram sete dias de provas no Pantanal, era a etapa final do ARWC. Foto: arquivo pessoal  
Foram sete dias de provas no Pantanal, era a etapa final do ARWC. Foto: arquivo pessoal
 
“Fomos salvos pela equipe Rosa dos Ventos que havia levado dois barcos extras e nos deram um, aprendemos que devido ao calor não poderíamos andar com os barcos tão cheios”, lembra. 

Foram sete dias de provas no Pantanal, era a etapa final do ARWC. Em uma etapa difícil, lenta, com temperaturas e umidade extremamente altas, a desidratação foi uma questão presente ao longo de toda a prova. A equipe Azimute perdeu um de seus integrantes que passou mal no início da prova. “Nós seguimos, pois fomos até lá para fazer sete dias de prova, independente da colocação”, afirma a atleta. 

A equipe fez bem a primeira perna de pack raft e erraram em não sair totalmente abastecidos de água para o trekking. Foto: arquivo pessoal  
A equipe fez bem a primeira perna de pack raft e erraram em não sair totalmente abastecidos de água para o trekking. Foto: arquivo pessoal
 
A equipe fez bem a primeira perna de pack raft e erraram em não sair totalmente abastecidos de água para o trekking. Foi quando o grupo começou a poupar água e a conversar se seria o caso de descer até o rio para reabastecer. “Foi a primeira vez em uma prova que me preocupei com questões de saúde. Que vamos bater cabeça, nos perder, errar o percurso, ficar extremamente cansados e com os pés cheios de bolha, isso já sabemos, mas quando envolve ‘riscos’ quanto a saúde, a experiência é diferente, não foi nada legal.” Após um tempo, o time resolveu descer para reidratar e então atacar a montanha novamente. “Foi quando nos encontramos com a equipe da Colômbia @summit_adventure_team que também havia ficado sem água e decidimos ir para o PC7 juntos.” 

Ao chegar no PC 8, eles tinham 40 minutos para o horário de corte e sabiam que haviam muitas equipes perdidas na próxima perna, na Serra do Amolar. A equipe Azimute decidiu então seguir com corte para o PC do trekking. “Tivemos que esperar cerca de seis horas pois só podíamos seguir após a quinta equipe chegar. Foi quando passamos a noite caminhando com eles até chegar em uma fazenda, onde deitamos por uma hora e meia.” 

O calor era surreal. Foto: arquivo pessoal 
O calor era surreal. Foto: arquivo pessoal
 
Quando saíram da fazenda encontraram a equipe God Zone e seguiram com ela quase até o PC 17. “Quase não consegui acompanhar o ritmo e uma hora tive que recuperar. O calor era surreal. Meus companheiros de equipe até fizeram um funk, imitando a maneira como andava arrastada e totalmente apoiada no trekking pull”, lembra Andrea. 

Ao chegar no PC 17 o grupo parou para descansar pensando em sair para a segunda perna de pack raft ao amanhecer. Foi quando a equipe God Zone retornou falando que navegar na área seria impossível. A organização da prova então resolveu fechar esta perna da prova e retirar todos os atletas de avião para o próximo PC. “Pelo fato de já estarmos desclassificados, por ter apenas três atletas, tivemos que esperar por 52 horas nosso voo, para continuarmos com a bike, última parte da prova.” 

Andar no Pantanal foi emocionante. Foto: arquivo pessoal 
Andar no Pantanal foi emocionante. Foto: arquivo pessoal
 
A semana terminou com bolhas no pé e um dedinho da mão luxado. Andrea Matarazzo descreveu o Pantanal como “o inferno na Terra”. “Temperaturas de 38 a 40 nos acompanharam praticamente os sete dias de prova. Antes da largada, só de ficar parado do ar condicionado já suávamos.” Mas completou: “andar entre os Jacarés, emas, tucanos, araras, tuiuiu, cateto, ariranhas e sucuri (essa não foi legal), foi emocionante. Lugares totalmente ermos na divisa com a Bolívia onde, segundo a Shubi (organizadora da prova), poucos homens pisaram antes.” 

Segundo Nathan Faavae, navegador da equipe Nova Zelândia, vencedora da competição, a etapa no Pantanal foi uma das provas mais duras que já fez na vida. Para Andrea, o Mundial se define como “uma experiência de vida com muitos aprendizados, vitórias e algumas derrotas”.


Fonte: http://www.webventure.com.br